RestriçãoAutomatização cognitiva2026-06-24
O Office of Professional Responsibility do IRS diz que os profissionais de fiscalidade têm de rever minuciosamente os documentos criados por IA antes de chegarem aos clientes ou ao IRS, e que não se podem basear apenas na IA
Técnico de impostos / consultor fiscalpágina da profissão →Data do facto / publicação
2026-06-24
Categoria da prova
RestriçãoUma falha, um recuo, uma regulação ou um custo estão a travar a adoção. Pode baixar uma avaliação ou alargar a sua incerteza.
Tarefas sobre as quais incide
Tratar de declarações complicadas
Declarações de trabalhadores por conta própria, senhorios, pessoas com rendimentos de vários países e pequenas empresas.
Aumentada pela máquina✓ Com prova
Aconselhar sobre deduções e planeamento
Dizer aos clientes que deduções podem pedir e como decisões como vender um imóvel ou abrir um negócio vão afetar o seu imposto.
Continua a ser levada por uma pessoa✓ Com prova
Tratar com a autoridade tributária
Responder aos pedidos de esclarecimento da autoridade, reclamar de liquidações e representar os clientes em inspeções.
Continua a ser levada por uma pessoa✓ Com prova
Onde é que isto se aplica
O organismo da autoridade tributária dos EUA que regula os profissionais de fiscalidade, a ler os deveres já existentes da Circular 230 à luz da IA generativa. Diz que, ao usar IA generativa, os profissionais têm de rever minuciosamente todos os documentos e textos criados por IA antes da entrega a um cliente ou da submissão ao IRS, verificando factos, citações e cálculos; que os profissionais não se podem basear apenas na IA; e que, ao redigir aconselhamento escrito, têm de confirmar de forma independente toda a informação factual e jurídica. Aplica deveres existentes em vez de criar uma regra nova, regula como a IA é usada e não se é usada, e não dá números sobre quantos profissionais usam IA.
O que isto significa
O regulador dos profissionais de fiscalidade dos EUA deixou por escrito que o resultado da IA não assume a responsabilidade do profissional: cada documento e cada conselho redigidos com IA têm de ser verificados pela pessoa que os assina. O aconselhamento, as declarações complexas e o trato com o IRS continuam a ser responsabilidade do profissional.
O que ainda não mostra
Reafirma deveres existentes numa única jurisdição; não mede quantos profissionais usam IA nem com que frequência o trabalho redigido com IA está errado.
O que podes verificar
Abre o IRS Office of Professional Responsibility Issue Number 2026-19 e procura «Practitioners cannot rely solely on AI».
Muda a avaliação?
Não. O índice de impacto nunca é movido por um único facto. O que este registo fez: 3 juízos de tarefa ligados em cima apoiam-se agora em prova em vez de em inferência.
Fonte
Internal Revenue Service, Office of Professional Responsibility — Issue Number 2026-19, Introductory Guidelines for Responsible AI Use in Federal Tax Practice (June 24, 2026) · verificado 2026-09-27 · Claude (VOLO agent) · interpretado 2026-09-27 · Claude (VOLO agent)
Fonte primária: publicada pela parte que fez isto, ou pela autoridade de referência. Não precisa de coassinatura.